Um grande público esteve presente na palestra do Encantador de Cavalos, Monty Robets, no campus da Unisul na Grande Florianópolis na sexta-feira, 27. Roberts contou sua história de vida e falou sobre a importância do trabalho da equoterapia na recuperação de soldados norte-americanos com Transtorno do Estresse Pós-Traumático e sobre os efeitos benéficos em crianças com variadas demandas físicas e emocionais.
[caption id="attachment_741" align="alignright" width="300" caption="O encantador de cavalos falou da sua história e da influência da rainha Elisabeth, da Inglaterra, no seu trabalho"]
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No auditório, acadêmicos e professores da Unidade de Articulação Acadêmica da Saúde, policiais militares que desenvolvem a equoterapia, associações de crianças especiais, criadores de cavalos de diversas cidades catarinenses e de outros estados prestigiaram o evento.
Em determinada época, o cowboy norte-americano recebeu uma ligação de um assessor da rainha Elisabeth, da Inglaterra. Era um convite para que ele fosse apresentar sua técnica no aras do Castelo de Buckingham, em Londres. “A rainha passou oito horas comigo instruindo alguns cavalos. A partir daí ela me estimulou a escrever o primeiro livro a respeito da doma gentil. Inclusive, quero uma cópia do vídeo deste evento para mostrar para ela”, afirma Roberts.
Existem registros com mais de seis mil anos da utilização de cavalos pelo homem. Contudo, muitos ao redor do globo consideram Roberts o precursor da não violência para seu adestramento. “Fico lisonjeado quando afirmam isso. Na verdade nunca encontrei relatos e documentos que comprovem que alguém utilizava a doma gentil”.
Sobre a equoterapia, Roberts diz que este título está entre os próximos cinco livros que solicitam que escreva. “Mas a rainha me solicitou especialmente um livro sobre equoterapia e acredito que será o proximo”. Para ele os resultados da equoterapia são mais evidentes em crianças, mas percebeu grandes avanços emocionais em soldados diagnosticados com Transtorno do Estresse Pós-Traumático, devido às guerras que os Estados Unidos enfrentam.
Roberts destacou a importância de uma universidade oferecer este trabalho gratuitamente para a sociedade. “Claro que é importante vocês contribuírem com a saúde destes pacientes. Porém, mais importante que isso, é que em uma universidade são formados profissionais. E quanto mais profissionais, das mais variadas áreas, utilizarem a equoterapia melhor para a sociedade”.
Ele afirma que a equoterapia é muito difundida na Inglaterra, na Irlanda, em Dubai e no Brasil. “Infelizmente as universidades norte-americanas ainda não utilizam em grande número a equoterapia. Fiquei muito entusiasmado em descobrir que a Unisul valoriza tanto este trabalho".
Para a acadêmica do curso de Medicina Veterinária, Bárbara Lima, a palestra foi de grande valia. “Achei emocionante. Já li um dos livros dele e achei encantador. Nunca imaginei poder ver ele na minha universidade”.
O Policial Militar Murilo Souza também aprovou o evento. “Ele trouxe muitas coisas diferentes. Lá no quartel nós já adotamos este tipo de doma proposta por ele há algum tempo com ótimos resultados”.
O coordenador do curso da UnA da Saúde, professor Aureo dos Santos, acredita que a palestra conscientizou, sensibilizou e mexeu com cada um dos presentes. “A equoterapia pode envolver diversas áreas da saúde e é o que temos procurado desenvolver em nosso projeto”.
Para o professor do curso de Fisioterapia e responsável pelo Projeto Equoterapia Unisul, Julio Cesar de Araújo, o objetivo foi alcançado. “As perguntas do auditório foram pertinentes, as pessoas se emocionaram. Conseguimos recepcioná-lo muito bem. Houve uma troca de conhecimento e uma troca de carinho”.
A informação é da assessoria de imprensa da Unisul.
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No auditório, acadêmicos e professores da Unidade de Articulação Acadêmica da Saúde, policiais militares que desenvolvem a equoterapia, associações de crianças especiais, criadores de cavalos de diversas cidades catarinenses e de outros estados prestigiaram o evento.
Em determinada época, o cowboy norte-americano recebeu uma ligação de um assessor da rainha Elisabeth, da Inglaterra. Era um convite para que ele fosse apresentar sua técnica no aras do Castelo de Buckingham, em Londres. “A rainha passou oito horas comigo instruindo alguns cavalos. A partir daí ela me estimulou a escrever o primeiro livro a respeito da doma gentil. Inclusive, quero uma cópia do vídeo deste evento para mostrar para ela”, afirma Roberts.
Existem registros com mais de seis mil anos da utilização de cavalos pelo homem. Contudo, muitos ao redor do globo consideram Roberts o precursor da não violência para seu adestramento. “Fico lisonjeado quando afirmam isso. Na verdade nunca encontrei relatos e documentos que comprovem que alguém utilizava a doma gentil”.
Sobre a equoterapia, Roberts diz que este título está entre os próximos cinco livros que solicitam que escreva. “Mas a rainha me solicitou especialmente um livro sobre equoterapia e acredito que será o proximo”. Para ele os resultados da equoterapia são mais evidentes em crianças, mas percebeu grandes avanços emocionais em soldados diagnosticados com Transtorno do Estresse Pós-Traumático, devido às guerras que os Estados Unidos enfrentam.
Roberts destacou a importância de uma universidade oferecer este trabalho gratuitamente para a sociedade. “Claro que é importante vocês contribuírem com a saúde destes pacientes. Porém, mais importante que isso, é que em uma universidade são formados profissionais. E quanto mais profissionais, das mais variadas áreas, utilizarem a equoterapia melhor para a sociedade”.
Ele afirma que a equoterapia é muito difundida na Inglaterra, na Irlanda, em Dubai e no Brasil. “Infelizmente as universidades norte-americanas ainda não utilizam em grande número a equoterapia. Fiquei muito entusiasmado em descobrir que a Unisul valoriza tanto este trabalho".
Para a acadêmica do curso de Medicina Veterinária, Bárbara Lima, a palestra foi de grande valia. “Achei emocionante. Já li um dos livros dele e achei encantador. Nunca imaginei poder ver ele na minha universidade”.
O Policial Militar Murilo Souza também aprovou o evento. “Ele trouxe muitas coisas diferentes. Lá no quartel nós já adotamos este tipo de doma proposta por ele há algum tempo com ótimos resultados”.
O coordenador do curso da UnA da Saúde, professor Aureo dos Santos, acredita que a palestra conscientizou, sensibilizou e mexeu com cada um dos presentes. “A equoterapia pode envolver diversas áreas da saúde e é o que temos procurado desenvolver em nosso projeto”.
Para o professor do curso de Fisioterapia e responsável pelo Projeto Equoterapia Unisul, Julio Cesar de Araújo, o objetivo foi alcançado. “As perguntas do auditório foram pertinentes, as pessoas se emocionaram. Conseguimos recepcioná-lo muito bem. Houve uma troca de conhecimento e uma troca de carinho”.
A informação é da assessoria de imprensa da Unisul.
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